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Casos Practicos En Medicina Interna - Tomo I (Spanish

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Profesionalismo en la certificación y acreditación. Orestes González Martínez Profesor Auxiliar de Medicina Interna del Instituto Superior de Ciencias Mé- dicas de Santiago de Cuba. Universidad Popular Autónoma Alumno: Felipe Rosas Juárez Profesora: Luz María Ramos Uribe Curso: Verano Materia: Administración en Salud Facultad:... Enocasionesserequierealimentaciónpa- renteral. Libro de Resúmenes • 103 • Viernes 13 - Lugones A MIOCARDITIS SECUNDARIA A SINDROME DE SWEET SAENZ ASPREA, Belén; CHRISTIANI, Agustín Hospital Universitario Austral INTRODUCCIÓN: El Síndrome de Sweet (SS) es una enfermedad de la piel caracterizada por la aparición de fiebre, leucocitosis y pápulas eritematosas con placas que en la histología muestran infiltrado de neutrófilos granulares.

Páginas: 0

Editor: Sintesis Editorial (August 2000)

ISBN: 8477383715

Miniatlas Hipertensión pulmonar

TRANSPLANTE DE PULMON

Asmas y Alergias (Salud)

CONTROL DEL ASMA EN LA PRÁCTICA CLÍNICA: BAJA ADHERENCIA EN EL TRATAMIENTO DEL ASMA

Varón de 29 años, con infección por VIH, colestasis y neumonía recurrente. Presentación: Juan Carlos Segura Luque, Servicio de Medicina Interna del Hospital Comarcal de Hellín , e.g. LAS VIAS AEREAS EN URGENCIAS descargar pdf http://pirlantaguzellik.com/freebooks/las-vias-aereas-en-urgencias. Caldeira tem feito ao longo da sua carreira, como internista e diabetologista. O trabalho vencedor foi o póster “Diabetes gestacional – a realidade de uma região atlântica”, da autoria de Catarina Cabral e col. DM Do restante programa científico, destacamos ainda o tema “Hiperglicemia no internamento: o estado da arte”, apresentado pela Dr.ª Alda Jordão, que é autora e membro do grupo de trabalho da SPMI na elaboração das “Recomendações conjuntas de SPD/SPMI para o tratamento da hiperglicemia no internamento”, recentemente publicadas nas revistas das respetivas sociedades envolvidas El asma infantil (Oxigen (cat.)) http://reflection.wp.horizon.ac.uk/?library/el-asma-infantil-oxigen-cat. Porque. en realidad nos lo estamos complicando más todavía. La decisión de cómo aproximarse a estos problemas queda a decisión del médico tratante. pensando en que se puede tratar de una dermatitis alérgica a la saliva de la pulga. en lugar de tener que atender 23 problemas por separado en el paciente. 2. la lista maestra del paciente del ejemplo quedaría de la siguiente forma: Lista maestra I. 7). la opacidad de ambas córneas (úlcera corneal secundaria a entropión bilateral). 12. probablemente con un pioderma secundario. ¿Por qué no considerar el prurito como problema maestro , e.g. Fundamentos de la ventilación hacer clic pdf pirlantaguzellik.com? Várias arritmias cardíacas causam deficiência de pulso ao induzirem o batimento cardíaco antes do Distensão abdominal causada por ascite por insuficiência cardíaca direita em um Golden Retriever de 7 anos de idade. preenchimento ventricular adequado Clínicas Respiratorias Separ. leer epub reflection.wp.horizon.ac.uk.

Libro Blanco: La Neumología en España

Hígado El hígado tiene seis lóbulos: lateral izquierdo. los angeles vesícula biliar se localiza entre el cuadrado y el medial derecho. El polo craneal del riñón derecho está en contacto con los angeles fosa renal del proceso caudado del lóbulo caudado. contorno ref.: Apuntes de neumología http://reflection.wp.horizon.ac.uk/?library/apuntes-de-neumologia. Eje largo de las cuatro cámaras. 1) 2) Eje largo de dos cámaras en línea. Los datos fueron recogidos por encuesta de vehicle- reporte, realizadas por los propios alumnos, en dos Unidades de cursado de tipo cuatrimestral en línea. Para prevenir esas complicaciones, los angeles excreción de calcio urinario debe ser medido periódicamente, y los angeles dosis de calcio y vitamina D debe ser reducida si esta l. a. calciuria se eleva por encima de three hundred mg/24 hs ref.: Asmas y Alergias (Salud) http://pirlantaguzellik.com/freebooks/asmas-y-alergias-salud. A Ministra da Sa�de, Ana Maria Teodoro Jorge, em 20 de Julho de 2010. A forma��o espec�fica no internato m�dico de Medicina Interna tem a dura��o de 60 meses (cinco anos, a que correspondem fifty five meses efectivos de forma��o) e � antecedida por uma forma��o gen�rica, partilhada por todas as especialidades, designada por ano comum. 1 - Dura��o - 12 meses. 2 - Blocos formativos e sua dura��o: a) Medicina interna - quatro meses; b) Pediatria geral - dois meses; c) Obstetr�cia - um m�s; d) Cirurgia geral - dois meses; e) Cuidados de sa�de prim�rios - tr�s meses. three - Preced�ncia. - A frequ�ncia com aproveitamento de todos os blocos formativos do ano comum � condi��o obrigat�ria para que o m�dico interno inicie a forma��o espec�fica. four - Equival�ncia. - Os blocos formativos do ano comum n�o substituem e n�o t�m equival�ncia a eventuais est�gios com o mesmo nome da forma��o espec�fica. 1.1 - A medicina interna ocupa-se da preven��o, diagn�stico e orienta��o da terap�utica curativa n�o cir�rgica das doen�as de �rg�os e sistemas ou das afec��es multi-sist�micas dos adolescentes, adultos e idosos. 1.2 - A vis�o integradora da constela��o de caracter�sticas fisiol�gicas e patol�gicas do doente e a articula��o com as pr�ticas de outras especialidades definem a sua ess�ncia. 1.3 - Esta especialidade exerce-se em cl�nica de internamento, de ambulat�rio, cl�nica de urg�ncia/emerg�ncia dos estados cr�ticos. 1.4 - A variedade nosol�gica n�o permite o estabelecimento de compartimenta��es r�gidas relativas aos objectivos dos conhecimentos, exigindo-se ao m�dico interno de medicina interna a constru��o de um edif�cio te�rico multidisciplinar que, em conjunto com a aquisi��o de uma experi�ncia pr�tica s�lida e variada, lhe permita a resolu��o de problemas cl�nicos progressivamente mais complexos. 2 - Dura��o da forma��o espec�fica - 60 meses. three - Estrutura, dura��o e sequ�ncia dos est�gios: 3.1 - Estrutura e dura��o dos est�gios: 3.1.1 - Medicina interna - dura��o m�nima de forty two meses; 3.1.2 - Medicina de cuidados intensivos polivalentes - est�gio obrigat�rio de seis meses em unidade polivalente; 3.1.3 - Est�gios opcionais - dura��o at� 12 meses. 3.1.3.1 - Os est�gios opcionais realizam-se em servi�os ou unidades com idoneidade formativa reconhecida que permitam assegurar tiroc�nios que interessem ao plano de treino, definido pelo interno e seu orientador de forma��o, ouvido o director do servi�o onde est� colocado. 3.1.3.2 - Cada um dos est�gios opcionais n�o poder� ter uma dura��o inferior a tr�s meses. 3.1.3.3 - Recomendam-se os seguintes est�gios opcionais nas �reas referidas: 3.2 - Sequ�ncia dos est�gios: 3.2.1 - O primeiro e o �ltimo ano do internato s�o desejavelmente efectuados em servi�o de medicina interna, obedecendo os restantes est�gios ao plano de forma��o aprovado em cada institui��o. four - neighborhood de forma��o para cada est�gio: 4.1 - Est�gio de medicina interna - servi�o de medicina interna. 4.2 - Est�gio de medicina de cuidados intensivos polivalentes - servi�o ou unidade de cuidados intensivos polivalentes. 4.3 - Est�gios opcionais - servi�o ou unidade cujo exerc�cio permita o cumprimento do plano e dos objectivos do tiroc�nio. 4.4 - N�o s�o considerados v�lidos os est�gios que n�o contemplem actividade cl�nica ou desempenho. 4.5 - Os servi�os ou unidades respons�veis pelos est�gios devem possuir obrigatoriamente um plano de forma��o que respeite o programa m�nimo definido, nomeando um respons�vel de est�gio para acompanhamento do m�dico interno. five - Objectivos dos est�gios: 5.1 - Est�gio em medicina interna: 5.1.1 - Objectivos de desempenho: 5.1.1.1 - Durante a totalidade do internato, o interno deve adquirir progressiva autonomia nos seguintes itens: a) Colheita e elabora��o de hist�rias cl�nicas, elabora��o de diagn�stico diferencial, emiss�o de diagn�sticos cl�nicos provis�rios, solicita��o de exames complementares de diagn�stico, interpreta��o de anomalias cl�nico-laboratoriais, integra��o de todos os elementos de investiga��o cl�nica, obten��o de um diagn�stico ultimate, prescri��o e realiza��o de um protocolo terap�utico e defini��o de um progn�stico; b) Apresenta��o oral clara, extensa ou resumida (em forma de ep�crise) de casos cl�nicos, em visita m�dica ou reuni�o cl�nica; c) Capacidade de apresenta��o sum�ria de um conjunto de doentes, em visita m�dica, reuni�o de servi�o ou transfer�ncia de turno de urg�ncia; d) Realiza��o de nota de alta ou transfer�ncia; e) Participa��o activa em reuni�es cl�nicas; g) Realiza��o/participa��o activa em sess�es tem�ticas ou de revis�o bibliogr�fica; h) Assimila��o e emprego com conveni�ncia das regras que regem a solicita��o de servi�os de outras especialidades; i) Integra��o nas equipas de urg�ncia interna; j) Integra��o nas equipas de urg�ncia externa por per�odos de 12 horas semanais, com forma��o em exerc�cio, sob tutela de um especialista de medicina interna, em todos os sectores que constituem o servi�o de urg�ncia, sendo esta actividade reconhecida como basic na forma��o em medicina interna, pelo que a explana��o das compet�ncias adquiridas nesta �rea e a reflex�o sobre a respectiva casu�stica ser�o relevantes para a avalia��o ultimate; l) Integra��o na consulta externa e reflex�o cr�tica sobre a casu�stica respectiva; m) Execu��o das seguintes t�cnicas: 1) Pun��o e canaliza��o das veias perif�ricas; nine) Outras t�cnicas de colheita de tecidos para estudo histol�gico; n) Conhecimento dos princ�pios de estat�stica aplicados �s ci�ncias biol�gicas e ou capacidade de utiliza��o e interpreta��o de programas inform�ticos de tratamento e an�lise estat�stica na �rea biom�dica; o) Conhecimento e aplica��o dos consensos de �tica e da deontologia m�dicas; p) Participa��o em publica��es cl�nicas ou cient�ficas; q) Participa��o em cursos de p�s-gradua��o (nacionais ou estrangeiros) de interesse e m�rito reconhecidos; r) Elabora��o e execu��o de projectos de investiga��o; s) Integra��o em n�cleos de ensino pr� ou p�s-graduado; t) Participa��o em ac��es de consultadoria a outras especialidades, em regime tutelado. 5.1.2 - Objectivos de conhecimento - para o 1.�, 2.�, 3.�, 4.� e 5.� anos - etiopatogenia, epidemiologia, fisiopatologia, anatomia patol�gica, semiologia cl�nica e laboratorial, diagn�stico e terap�utica de entidades nosol�gicas inclu�das nas seguintes �reas: t) Toxicologia e subst�ncias de abuso. 5.2 - Est�gio em medicina de cuidados intensivos polivalentes: 5.2.1 - Objectivos de desempenho - execu��o de t�cnicas de diagn�stico e terap�utica em doentes em cuidados intensivos, nomeadamente: b) Monitoriza��o cl�nica e laboratorial da fun��o respirat�ria; c) Cateterismo venoso critical percut�neo; d) Cateterismo venoso e arterial; e) Entuba��o endotraqueal e manuten��o da through a�rea; f) Suporte ventilat�rio mec�nico e suas diferentes modalidades; g) Suporte nutricional ent�rico e parent�rico; h) Instala��o de estimulador card�aco transvenoso provis�rio; l) T�cnicas de analgesia e seda��o. 5.2.2 - Objectivos de conhecimento: a) Conhecimento de crit�rios de admiss�o e alta das unidades de cuidados intensivos; b) Vigil�ncia e monitoriza��o (invasiva/n�o invasiva) de doentes em estado cr�tico; c) Reanima��o e terap�utica do choque; e) Altera��es do equil�brio hidroelectrol�tico e �cido-base; f) Emprego de solu��es parenterais; g) Transfus�o de sangue e derivados; h) Fisiopatologia e terap�utica das altera��es agudas da coagula��o; i) Fisiopatologia e terap�utica substitutiva das situa��es de insufici�ncia respirat�ria; j) Fisiopatologia e terap�utica substitutiva das situa��es de insufici�ncia renal; l) Fisiopatologia e terap�utica substitutiva das situa��es agudas do sistema cardiovascular; m) Fisiopatologia e terap�utica da insufici�ncia hep�tica aguda e das hemorragias gastrentestinais; n) Fisiopatologia e terap�utica das crises end�crinas agudas; o) Abordagem da infec��o grave e sepsia; p) Avalia��o e tratamento em p�s-operat�rio; q) Abordagem do grande traumatizado; r) Abordagem das principais intoxica��es. 5.3.1 - Recomenda-se a realiza��o de est�gios opcionais de acordo com o regulamentado no n.� 3.1.3. 5.3.2 - Os est�gios opcionais implicam obrigatoriamente: b) Exist�ncia de objectivos de conhecimento: 1) Etiologia, fisiopatologia, cl�nica, diagn�stico, terap�utica e progn�stico das entidades nosol�gicas; 2) Monitoriza��o da actividade das doen�as com recurso a protocolos validados (quando existentes) e seu reflexo na decis�o terap�utica. 6.1 - A avalia��o � feita de acordo com o estabelecido no Regulamento do Internato M�dico. 6.2 - Avalia��o do desempenho - desempenho person: a) Capacidade de execu��o t�cnica - pondera��o three; b) Interesse pela valoriza��o profissional - pondera��o three; c) Responsabilidade profissional - pondera��o 2; d) Rela��es humanas no trabalho - pondera��o 2. 6.3 - Avalia��o de conhecimentos: 6.3.1 - A avalia��o quantitativa dos est�gios opcionais some distance� m�dia ponderada com a nota obtida na avalia��o de conhecimentos referente ao ano respectivo. 6.3.2 - As restantes avalia��es de conhecimentos, no ultimate de cada est�gio ou por cada 12 meses de internato, consistem em: a) Aprecia��o do relat�rio de actividades e trabalhos produzidos pelo m�dico interno; b) Discuss�o das mat�rias estabelecidas como objectivos de conhecimentos para o est�gio ou per�odo de est�gio; c) Discuss�o de um relat�rio escrito, constru�do com base na entrevista e observa��o de um doente, onde constem o diagn�stico, a terap�utica e a ep�crise. 7 - Avalia��o ultimate do internato: 7.1 - As provas de avalia��o ultimate e a composi��o do j�ri nacional obedecem ao disposto no Regulamento do Internato M�dico. 8.1 - O presente programa entra em vigour em 1 de Janeiro de 2011 e aplica-se aos m�dicos internos que iniciam a forma��o espec�fica do internato a partir dessa data epub.

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Updated: enero 25, 2009 — 1:28 pm
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